A semana de abertura da Liga das Nações de vôlei feminino termina neste domingo (7). A seleção brasileira, uma das anfitriãs da primeira sequência de jogos do torneio, tem pela frente a Itália, atual campeã olímpica e líder do ranking mundial, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, às 14h30 (horário local). O canal da Federação Internacional da modalidade (FIVB) transmite a partida ao vivo.
Na primeira fase da Liga das Nações, que reúne 18 seleções, as equipes fazem 12 jogos em três sedes diferentes, com quatro partidas em cada. Além de receber os duelos desta primeira semana, o Brasil terá confrontos em Ancara (Turquia) e Osaka (Japão). As oito melhores campanhas vão à fase final, em Macau, região administrativa pertencente à China.
O duelo contra as italianas será o quarto e último do Brasil nesta sequência em casa, em que a seleção comandada por José Roberto Guimarães acumula três vitórias em três jogos. A mais recente na tarde deste sábado (6), sobre a Bulgária, por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/17 e 25/13, diante de aproximadamente nove mil torcedores no ginásio da capital federal.
A oposta Tainara, com 14 pontos (11 de ataque e três aces – quando a jogadora saca e as adversárias não evitam que a bola atinja a quadra), foi o principal nome do Brasil na partida. As centrais Júlia Kudiess e Diana também se destacaram, atingindo, cada uma, a marca de cem pontos de bloqueio na história da Liga das Nações, disputada desde 2018.
- Tarifa de 25% dos EUA sobre o Brasil entra em vigor; entenda os detalhes
- Brasil é referência no combate ao trabalho forçado, segundo acusação dos EUA
- Brasil conta com cerca de 2 milhões de eleitores com deficiência, segundo TSE
- Modelo do Pix desafia controle financeiro dos EUA sobre o Brasil
- Disputas das quartas de final da Liga das Nações de Vôlei Feminino
As vitórias anteriores foram conquistadas sobre Holanda e República Dominicana, nas últimas quarta-feira (3) e quinta-feira (4), ambas por 3 sets a 1. As brasileiras perseguem um título inédito, após três vice-campeonatos, em 2021, 2022 e 2025. No ano passado, o revés na decisão foi justamente para a Itália.
Fonte: Agência Brasil
