A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte), deflagrou na manhã desta terça-feira (3) a Operação Carteira Limpa, que mira um grupo suspeito de manter um site fraudulento para emissão de CNH digital falsa.
Segundo as investigações, o portal utilizava layout semelhante ao da plataforma oficial do governo para enganar vítimas e vender documentos falsificados, que eram posteriormente usados em golpes praticados por estelionatários.
Investigação começou após prisão em shopping
O caso teve início após a prisão em flagrante de um casal que apresentou uma CNH digital e um cartão bancário falsos em uma loja de shopping de luxo no Lago Norte, no fim de 2025.
A partir dessa ocorrência, os investigadores identificaram o site utilizado para a confecção dos documentos fraudulentos. Durante as apurações, foi possível localizar um homem e uma mulher envolvidos na manutenção da página e na produção dos arquivos falsificados.
Também foram encontrados diversos documentos adulterados com dados de moradores do Distrito Federal.
- Celina Leão aposta em ex-secretário de Goiás para comandar a Educação do DF e comenta mudança na pasta
- Acidente entre carreta, ônibus e dois carros deixa cinco mortos na GO-010; coletivo saiu de Taguatinga com destino a Uberlândia
- Campanha de Doação de Sangue em Apoio a Marcelo Serejo Machado
- PT confirma Leandro Grass como candidato ao GDF e enterra articulação de Cappelli por chapa única da esquerda
- Ceilândia terá ônibus extras para o Maior São João do Cerrado
Mandados cumpridos em São Paulo
A operação cumpriu mandados de busca e apreensão na cidade de Praia Grande (SP), com apoio da Polícia Civil de São Paulo. As páginas fraudulentas foram removidas da internet.
De acordo com o delegado-adjunto da 9ª DP, Ronney Marcelo, a falsificação de documentos públicos compromete a credibilidade das instituições e facilita a prática de outros crimes.
Os investigados poderão responder por falsificação de documento público e lavagem de dinheiro. As penas podem chegar a 16 anos de prisão, além de multa.
