Uma operação do Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC) de Luziânia, com apoio da Polícia Técnico-Científica, resultou na prisão em flagrante de um comerciante de 43 anos, dono de uma casa de carnes no Jardim Ingá. O empresário é investigado por receptação qualificada e por crime contra as relações de consumo, após a descoberta de que vendia carne imprópria e de origem ilícita no estabelecimento.
A investigação começou depois que uma empresa denunciou o furto de uma carga de carne bovina, parte da qual foi localizada no açougue, sem nota fiscal. No local, os policiais encontraram condições alarmantes de higiene: carnes no chão da câmara fria, equipamentos enferrujados e risco de queda das carcaças. Além disso, o estabelecimento estava sem alvará desde janeiro de 2025 e praticava preços bem abaixo do mercado, reforçando os indícios de receptação e concorrência desleal. O prejuízo estimado para a empresa vítima do furto é de R$ 150 mil.
- Homem deixa presídio no sábado e é preso neste domingo após furto de joias em shopping de Brasília
- Após recorde de 35,1°C, DF entra em novo alerta de perigo por baixa umidade nesta segunda (31)
- Três jovens morrem após carro capotar e cair em ribanceira na BR-070
- Celina anuncia 2,6 mil convocações e novo concurso da Educação começa a sair do papel em setembro
- Incêndio destrói barraco e atinge segunda casa em São Sebastião
