Mulher de 30 anos é baleada na cabeça e no tórax após ser agredida na Candangolândia

Vítima foi socorrida em estado gravíssimo e levada ao Hospital de Base; suspeito fugiu após o ataque, investigado como tentativa de feminicídio

Uma mulher de 30 anos foi baleada na noite desta quinta-feira (15 de outubro), na QR 1A da Candangolândia, no Distrito Federal. A vítima, identificada como Mayara Stephany Varela de Almeida Sousa, sofreu disparos na cabeça e no tórax após ser agredida em via pública. O caso é investigado como tentativa de feminicídio.

Segundo as informações divulgadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a corporação foi acionada por volta das 19h30, por meio do Centro de Operações Policiais Militares (Copom). Equipes do Grupo Tático Operacional (Gtop 45), do 25º Batalhão, compareceram ao endereço e isolaram a área para permitir o atendimento da vítima e os procedimentos policiais.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) realizou o resgate. De acordo com o relato do atendimento, Mayara foi atingida por um disparo na cabeça e dois no tórax.

Ela foi encaminhada ao pronto-socorro do Hospital de Base de Brasília em estado extremamente grave, com lesões de alta severidade e quadro de parada cardiorrespiratória.

Até a divulgação das informações disponíveis, não havia atualização confirmada sobre seu estado de saúde.

Câmera registrou agressões antes dos disparos

Imagens de uma câmera de segurança registraram a sequência do ataque. O vídeo mostra um homem agredindo a vítima com socos e chutes em plena rua, antes de efetuar os disparos.

Após o crime, o suspeito fugiu antes da chegada das equipes policiais.

Informações divulgadas sobre o caso apontam que o homem seria ex-companheiro da vítima. A investigação deverá esclarecer as circunstâncias do ataque e a relação entre os envolvidos.

Polícia realiza buscas pelo suspeito

Com base em informações de testemunhas e nas características levantadas no local, equipes do 25º Batalhão foram mobilizadas para tentar identificar e localizar o suspeito.

Até a última informação disponível, ele permanecia foragido.

A ocorrência é tratada como possível tentativa de feminicídio. A tipificação e a responsabilização criminal dependerão da investigação conduzida pelas autoridades competentes.

O caso chama atenção para a gravidade da violência contra mulheres, especialmente em situações que envolvem relações afetivas ou familiares.

Mulheres em situação de violência podem procurar atendimento policial pelo telefone 190, em situações de emergência, ou utilizar o Ligue 180, canal nacional de orientação e denúncias.

Redação
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