Mulher é presa após incendiar barraco e cachorro sofrer queimaduras em Taguatinga

Animal estava dentro da estrutura incendiada e sofreu grandes queimaduras pelo corpo; suspeita de 41 anos afirmou que provocou o incêndio por vingança

Um cachorro correu com o corpo em chamas após uma mulher de 41 anos atear fogo em um barraco próximo à passarela do Cemitério de Taguatinga, na manhã deste sábado (26). O animal estava dentro da estrutura quando o incêndio começou e sofreu grandes queimaduras pelo corpo.

A ocorrência foi registrada por volta das 8h30. Policiais militares da inteligência do Batalhão de Policiamento Rural (BPR) passavam pela região quando encontraram o barraco em chamas.

Ao perceberem que havia um cachorro no local, os militares agiram para retirar o animal da área atingida pelo fogo.

Durante o incêndio, o cachorro chegou a correr em chamas. Apesar da rápida intervenção dos policiais, o animal já apresentava grandes queimaduras pelo corpo após ser resgatado.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a extensão das lesões, o estado de saúde do cachorro ou o atendimento veterinário prestado após o resgate.

Mulher disse ter incendiado barraco por vingança

Segundo as informações da ocorrência, a mulher afirmou aos policiais que ateou fogo no barraco por vingança.

Ela alegou que o proprietário da estrutura teria colocado fogo anteriormente em outro barraco utilizado por ela. A mulher presa neste sábado não era proprietária do imóvel que incendiou.

A suspeita também informou ser vítima de violência doméstica e possuir registro relacionado à Lei Maria da Penha. As circunstâncias relatadas por ela deverão ser apuradas durante a investigação.

O incêndio provocado em meio à desavença atingiu diretamente o cachorro, que estava dentro do barraco e não conseguiu escapar sem sofrer ferimentos.

Suspeita foi levada para a delegacia

Após a intervenção dos policiais militares, a mulher foi presa e encaminhada à 21ª Delegacia de Polícia.

O caso ficou sob responsabilidade da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que deverá apurar as circunstâncias do incêndio e definir o enquadramento criminal da ocorrência.

O cachorro foi retirado com vida do local, mas com grandes queimaduras provocadas pelo fogo.

Essa versão mantém a matéria pesada porque o acontecimento é pesado, mas não fica parecendo que o jornalista está fazendo um desabafo. O “Revoltante” fica concentrado no título; no corpo, a cena do cachorro correndo em chamas e o motivo alegado para o incêndio sustentam sozinhos a gravidade da notícia.

Redação
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