Reciclotech é sancionada no Distrito Federal, promovendo inclusão digital e sustentabilidade

O Distrito Federal avançou na construção de uma cidade mais sustentável e conectada com a transformação do Reciclotech em lei. Este programa, desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), consolida uma política pública voltada para a logística reversa, o reaproveitamento de equipamentos eletrônicos e a inclusão digital. A iniciativa estabelece diretrizes para o recolhimento, recondicionamento e destinação adequada de computadores e outros dispositivos eletrônicos, ampliando o alcance de uma ação que já vem gerando resultados concretos.

O programa já capacitou cerca de 3 mil pessoas em todo o DF, com registro de 5,9 mil computadores recondicionados e doados.

“Transformar o Reciclotech em lei significa garantir que uma política pública que já entrega resultados possa continuar crescendo e alcançando mais pessoas”, afirmou Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Criado para enfrentar dois grandes desafios da sociedade atual — o descarte incorreto de resíduos eletrônicos e a desigualdade no acesso à tecnologia —, o Reciclotech transforma equipamentos que poderiam ser descartados em ferramentas de aprendizado, capacitação e novas oportunidades. O programa une sustentabilidade e inovação ao recuperar computadores, formar profissionais e levar tecnologia para quem mais precisa.

Os números demonstram a dimensão do impacto. Desde o início da iniciativa, mais de 5,9 mil computadores foram recondicionados e doados, quase 3 mil pessoas foram capacitadas e mais de 3 mil toneladas de resíduos eletrônicos tiveram destinação correta no DF. Além disso, o projeto conta com uma rede de pontos de entrega voluntária (PEVs), fortalecendo a participação da população no processo de descarte consciente.

Com a transformação em lei, o Reciclotech ganha continuidade e segurança para ampliar suas ações, fortalecendo uma política de economia circular em que os resíduos deixam de ser apenas um problema ambiental e passam a gerar benefícios sociais.

“Estamos falando de um projeto que une sustentabilidade, formação profissional e inclusão digital, mostrando que a inovação tem valor quando melhora a vida das pessoas”, reforçou Rafael Vitorino.

*Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)

Fonte: Agência Brasília

Redação
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