O Pixel Show 2026 transformou a capital federal em um dos principais centros de criatividade, inovação, tecnologia, arte e cultura do país, reunindo visitantes de todos os estados brasileiros em uma programação voltada para profissionais do mercado criativo, estudantes, empreendedores e famílias. Durante os três dias, o público participou de palestras, workshops, exposições, ativações interativas, games, experiências imersivas, live arts e atrações ligadas ao universo digital e criativo.
“É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal”, afirmou Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação. O evento gratuito foi realizado por meio da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estudos de Desenvolvimento do Varejo. Segundo o secretário, eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa.
“Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.”
A edição de 2026 apostou em uma programação diversa e intergeracional, reunindo convidados de diferentes áreas da economia criativa, tecnologia, audiovisual, humor, internet e cultura pop. Na noite de abertura, contou com a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital.
Entre os destaques estiveram o pesquisador Alexandre Kieling, o apresentador Rogério Vilela, o diretor da TV Globo, Chico Leão, o rapper e criador de conteúdo, Victor Massaki, além da atriz e dubladora Bianca Alencar e da dubladora Feh Dubs. O festival também reuniu influenciadores, criadores de conteúdo e artistas reconhecidos nacionalmente, como Bibi Tatto, Yasmin Yassine, Dani Molo, além dos artistas Sebá Tapajós e Tiago Palma. Além dos talks e painéis, a programação contou com experiências em XR, instalações interativas, games, exposições criativas e a Creative Market, espaço dedicado a 60 artistas independentes, entre ilustradores, designers e marcas autorais. O evento também ofereceu Espaço Kids, atividades educativas e recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e sala de acolhimento sensorial.
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Para Tonico Novaes, CEO do Pixel Show Brasília e da Next Gen, o festival cumpriu o objetivo de democratizar o acesso à inovação e à criatividade por meio da arte e da cultura, além de aproximar diferentes públicos.
“Brasília mostrou mais uma vez sua força criativa e sua capacidade de receber grandes eventos de inovação e cultura. Recebemos pessoas de praticamente todo o Brasil e isso nos deixa extremamente felizes. O nosso agradecimento especial ao público brasiliense, aos visitantes de outros estados, parceiros, artistas, profissionais e ao Governo do Distrito Federal, que fizeram desta edição um grande sucesso”,
destacou.
Realizado desde 2005, o Pixel Show já soma mais de duas décadas conectando ideias inovadoras, tendências globais e mentes criativas em diferentes regiões do Brasil, com edições realizadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife e Brasília, além de negociações em andamento para levar o festival à Argentina e ao Canadá em 2027. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como a principal referência da América Latina para quem busca inspiração, conhecimento e oportunidades na economia criativa, apresentando de forma prática e inspiradora todo o processo criativo, da concepção da ideia ao produto final em áreas como design gráfico, ilustração, motion graphics, animação, games, XR (realidade estendida), tecnologia, cultura visual, empreendedorismo e projetos que unem inovação, ciência e arte.
“O Pixel Show se consolida como um dos principais festivais de criatividade da América Latina, promovendo conteúdos ligados à arte, design, tecnologia, games, comunicação, cultura visual, audiovisual e empreendedorismo criativo. E prova que fortalece o ecossistema de inovação e economia criativa do DF ao aproximar talentos, empresas, estudantes e profissionais de experiências ligadas à criatividade, artes, tecnologia e transformação cultural”,
afirmou Tonico Novaes.
Fonte: Agência Brasília
