Auditores da Secretaria de Economia do Distrito Federal apreenderam uma série de cargas irregulares entre os dias 25 e 29 de janeiro, em operações de fiscalização nas rodovias que cortam o DF. Ao todo, as mercadorias retidas somam mais de R$ 1,6 milhão, e as autuações aplicadas às empresas envolvidas chegam a cerca de R$ 660 mil em impostos e multas.
A maior apreensão ocorreu na BR-020, na noite de 27 de janeiro, quando foi retida uma carreta transportando 2 mil pneus com nota fiscal considerada inidônea. Segundo a fiscalização, havia grande divergência entre a quantidade e o tipo de mercadoria declarados. O valor estimado da carga é de R$ 590 mil, com R$ 145 mil em tributos e penalidades.
✅ Clique aqui para seguir o canal do Repórter Capital no WhatsApp.
Bebidas, madeira e telas também foram apreendidas
Na BR-060, os auditores interceptaram outras cargas com irregularidades fiscais:
-
10.332 garrafas de bebidas alcoólicas (vodka, whisky, gin e outras) foram apreendidas. A base de cálculo da carga foi estimada em R$ 244 mil, gerando R$ 155 mil em impostos e multas.
🔥 LEIA TAMBÉM- Pai e filho caem no Lago Paranoá após moto bater na Ponte do Bragueto; homem fica em estado grave
- Suspeito é preso após invadir condomínio e furtar residência no Lago Norte
- A 7 dias da eleição, IGAPE mostra Celina com 43,9% e Grass com 17,3% para o Governo do DF
- Carro pega fogo em frente ao Life Resort, no DF; bombeiros controlam as chamas
- Rodoviários do DF confirmam greve de ônibus a partir desta segunda-feira (28)
-
Uma carreta com 4.488 m² de telas de polietileno avaliadas em R$ 197 mil também foi retida, com R$ 83 mil em crédito tributário.
-
Três carretas transportando madeira serrada foram abordadas para verificação fiscal.
-
Outra carga com produtos metalúrgicos, avaliada em R$ 78 mil, também foi alvo de fiscalização.
Além disso, houve recolhimentos de fretes e transportes sem manifesto de carga, com base de cálculo de R$ 31 mil, e autuações contra transportadoras que levavam confecções, bijuterias e utilidades domésticas com documentação considerada irregular, somando base de cálculo de R$ 220 mil.
A Secretaria de Economia reforça que as ações fazem parte do trabalho permanente de combate à sonegação e à circulação de mercadorias sem documentação fiscal no Distrito Federal.
