Roberto Cidade é eleito governador do Amazonas em eleição indireta

O governador interino Roberto Cidade (União Brasil) foi eleito o novo governador do Amazonas em uma eleição indireta realizada nesta segunda-feira (4) na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Roberto Cidade foi eleito por unanimidade, recebendo 24 votos dos deputados, e tomará posse no final da tarde de hoje, juntamente com seu vice, Serafim Corrêa (PSB), também eleito indiretamente, em uma cerimônia na Aleam.

Em uma rede social, Cidade expressou sua honra em assumir a missão de conduzir o estado de forma definitiva até 5 de janeiro de 2027. Ele destacou que poderá contribuir ainda mais para os avanços que a “população tanto anseia”.

“Assumo esse compromisso ciente da responsabilidade e com o coração cheio de alegria por poder ajudar a construir um Amazonas mais próspero.”

“Agradeço pela confiança. Contem com minha total dedicação a essa terra onde nasci, cresci e escolhi para viver até os meus últimos dias”, completou.

A eleição indireta para governador do Amazonas contou com cinco chapas inscritas. A votação foi aberta e nominal, seguindo a ordem alfabética dos deputados, que declararam seus votos em plenário.

Ao todo, cinco chapas registraram candidatura:

Chapa 1: William Bitar Barroso dos Santos (PSDB) e João Ricardo de Melo e Lima (PL), para vice;
Chapa 2: Roberto Maia Cidade Filho (União Brasil) e Serafim Fernandes Corrêa (PSB);
Chapa 3: Cícero José de Lima Alencar (Democracia Cristã) e Roque Lane Wilkens Marinho (Democracia Cristã);
Chapa 4: Sérgio Augusto Coelho Bezerra (Novo) e Audriclea Viana Frota (Novo);
Chapa 5: Daniel Fabiano Soares de Araújo (PT) e Daiane de Jesus Dias Araújo (PT).

Durante a sessão, no entanto, os requerimentos de inscrição de quatro chapas concorrentes foram rejeitados, restando apenas a de Roberto Cidade e de Serafim Corrêa.

Esta é a primeira vez que o Amazonas elege o governador e vice por eleição indireta. A votação ocorreu após a renúncia do então governador Wilson Lima (União) e do vice Tadeu de Souza (Progressistas).

Os dois renunciaram em 5 de abril para poder concorrer a outros cargos nas eleições de outubro deste ano. A saída de Lima foi oficializada às 23h do dia 5, data de desincompatibilização dos cargos para quem pretende disputar as eleições deste ano.

A Constituição estadual determina que, quando há vacância nos últimos dois anos do mandato do Executivo, a substituição deve ser feita de forma indireta, com eleição realizada pelo Legislativo.

Fonte: Agência Brasil

Redação
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