Um médico e uma enfermeira foram presos em flagrante durante mais uma etapa da Operação Monjauro, realizada em uma clínica localizada na Estrada do Joá, em São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro.
Policiais civis da Delegacia do Consumidor (Decon), com o apoio do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), encontraram na clínica diversas medicações proibidas, incluindo canetas emagrecedoras. Todo o material foi apreendido.
“Diante da gravidade das irregularidades, o dono da clínica, que é médico, e a responsável técnica do local, uma enfermeira, foram presos em flagrante”, informou a Secretaria de Estado de Polícia Civil.
Os dois foram autuados por crime contra a ordem tributária e a relação de consumo.
Um trabalho de inteligência e monitoramento da clínica resultou na identificação das irregularidades pelos agentes, que decidiram realizar uma fiscalização na unidade.
- Hub Goiás apresenta inovações para o agronegócio na Tecnoshow Comigo 2026, em Rio Verde
- Governo aloca R$ 473 mil para qualificação e acesso a crédito de produtores rurais
- Debate promove ampliação do cuidado odontológico para pessoas com autismo na rede pública
- Câmara aprova projeto que concede à ANP acesso a dados para o combate a fraudes
- Câmara aprova Medida Provisória que estabelece novas regras para o seguro-defeso
“Durante as buscas, os policiais encontraram canetas emagrecedoras proibidas, hormônios sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e diversos medicamentos vencidos”, informou a secretaria.
Conforme as investigações, os produtos são distribuídos a partir da cidade de São Paulo.
A distribuição dos medicamentos ainda está sob apuração da Delegacia do Consumidor, que continua com as diligências “para identificar toda a cadeia criminosa, principalmente os fornecedores das substâncias ilícitas”.
Os alvos da Operação Monjauro, da Decon, são criminosos envolvidos com a comercialização e a aplicação de medicamentos irregulares.
Na segunda-feira (6), agentes da Decon prenderam um casal que comercializava, de forma ilícita, produtos terapêuticos e medicamentos emagrecedores. “Os itens tinham origem desconhecida e não possuíam autorização da Anvisa”, disse a Secretaria de Polícia Civil.
Fonte: Agência Brasil
