A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a autorização para instalar uma smart TV com acesso à internet na sala onde ele está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
O pedido afirma que o equipamento seria usado exclusivamente para acompanhar conteúdos jornalísticos, com destaque para YouTube e plataformas de streaming, e afirma que Bolsonaro não pretende acessar redes sociais.
“O uso se restringirá ao acompanhamento de canais de divulgação de notícias”, diz o documento.
Bolsonaro está detido após condenação por tentativa de golpe de Estado e cumpre pena em cela especial.
Na quinta-feira (8), seu filho Carlos Bolsonaro (PL) visitou o local e levou um novo rádio, segundo ele, para que o pai “ao menos pudesse escutar algumas estações”.
- Milhares se reúnem em Copacabana em manifestação pela democracia e apoio a Lula
- Kassio atende pedido de Flávio e suspende circulação de jornal sindical
- SBT reconhece erro ao culpar EBC por falha em propaganda eleitoral
- Campanha de Lula solicita ação do TSE após divulgação de postagem falsa sobre comício na Avenida Paulista
- Técnicos do TSE não encontram conteúdo falso no canal Exército do Lula
Remição de pena com leitura
A defesa também enviou ao STF um segundo pedido: que Bolsonaro possa reduzir a pena por meio da leitura de livros.
A solicitação se baseia em resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que regulamenta a remição de pena por obras literárias, prevista na Lei de Execução Penal.
Pelas regras:
-
cada livro lido e avaliado pode abater 4 dias da pena,
-
o detento deve entregar uma resenha,
-
o texto passa pela avaliação de uma comissão e, depois, por homologação judicial.
Bolsonaro cumpre sentença de 27 anos e 3 meses.
