O Governo do Distrito Federal montou um megaesquema de segurança para os jogos do Campeonato Candango Série A 2026, que acontecem entre 10 de janeiro e 21 de março, no Estádio Juscelino Kubitschek, no Paranoá.
O planejamento envolve forças de segurança, mobilidade, fiscalização e serviços públicos, com foco em prevenir conflitos, reforçar o policiamento e garantir uma experiência segura para torcedores, atletas e trabalhadores.
Segundo o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o Candangão receberá o mesmo nível de atenção dedicado a eventos de grande porte no DF:
“Nossa atuação busca garantir que o torcedor vá ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, desde o entorno até as arquibancadas”, afirmou.
Operação integrada e estádios vistoriados
A estratégia utiliza análise de risco, protocolos já empregados em grandes eventos e vistorias realizadas pela PMDF e pelo Corpo de Bombeiros, que liberaram o uso do estádio após inspeções técnicas.
O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, reforça o papel social da medida:
“Quando oferecemos segurança e organização, fortalecemos o esporte como política pública e incentivamos a população a participar”.
PMDF terá tropas especializadas e revistas com cães
A PMDF fará o reforço do policiamento ostensivo e manterá tropas especializadas de prontidão.
Entre as ações previstas estão:
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Escolta para torcidas organizadas
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Evitar encontros entre grupos rivais
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Revistas pessoais e controle de acesso
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Ações com cães policiais
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Fiscalização de materiais proibidos
Outras forças atuarão com equipes táticas próprias e apoio operacional.
Itens proibidos nos jogos
Para preservar a segurança no Estádio JK, não será permitida a entrada com diversos objetos, incluindo:
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Capacetes
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Sinalizadores, fogos e artefatos explosivos
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Materiais perfurocortantes
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Garrafas, copos e recipientes similares
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Cigarros eletrônicos e isqueiros
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Drones não autorizados
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Bandeiras maiores que 4m x 4m
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Carrinhos de bebê e guarda-chuvas
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Frascos de perfume
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Cartazes, cânticos, bandeiras ou símbolos racistas, homofóbicos, sexistas, xenófobos ou ofensivos
O coordenador da operação, Keldison Sousa, reforçou o pedido de cooperação da torcida:
“A participação responsável do público é fundamental para garantir um campeonato tranquilo e celebrar o futebol como espaço de convivência”.
