A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu, na tarde da última quarta-feira (16), uma mulher de 53 anos, acusada de envolvimento em um esquema criminoso que causou prejuízo ao Condomínio Residencial Monte Carlo, em Águas Claras. A prisão foi efetuada por agentes da 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul), no município de Cocalzinho de Goiás, onde a investigada mantinha uma chácara de lazer.
Contra ela havia mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara Criminal de Taguatinga, pelos crimes de furto qualificado e falsidade ideológica.
Fraudes, desvio de verba e negócios próprios com dinheiro do condomínio
Segundo as investigações, a mulher, que atuava como síndica, gestora e administradora do condomínio, liderava um esquema de falsificação de documentos, desvio de recursos e movimentações fraudulentas com o objetivo de subtrair valores da arrecadação condominial.
Com o dinheiro desviado, ela chegou a montar um salão de beleza em Ceilândia Sul, utilizando verba do condomínio para compra de materiais de construção, móveis e decoração do estabelecimento.
Outras pessoas estão sendo investigadas por participarem do esquema, atuando como terceiros cooperadores nas fraudes.
- PMDF Identifica Criação Irregular de Aves Silvestres e Apreende Cinco Pássaros em Planaltina
- PMDF Apreende Arma de Fogo e Munições Após Fuga de Suspeitos na DF-180
- Operação Adsumus intensifica policiamento em Ceilândia com 280 militares e 30 viaturas
- Passagem de Comando do Cmt é Marcada por Emoção e Reconhecimento
- Caminhonete capota na BR-060 e motorista é levado ao hospital pelo Corpo de Bombeiros
Busca e apreensão confirmou as irregularidades
Antes da prisão, a polícia já havia cumprido medidas de busca e apreensão na residência da acusada, no escritório do condomínio, na loja do salão de beleza e na chácara em Cocalzinho. Durante a ação, foram recolhidos diversos documentos falsificados, materiais comprobatórios e notas fiscais que confirmam a fraude praticada pela ex-síndica.
A investigada foi conduzida à DCCP (Divisão de Capturas e Polícia Interestadual), onde permanece à disposição da Justiça. As apurações sobre a participação de outros envolvidos seguem em curso.
Repórter Capital com informações da PCDF
