Candidato a vice-governador na chapa de Celina Leão afirma que pretende ouvir representantes do setor antes de decisões que afetem suas atividades
O candidato a vice-governador do Distrito Federal Gustavo Rocha, que integra a chapa de Celina Leão, defendeu a manutenção de um canal permanente de diálogo com feirantes e quiosqueiros para discutir questões relacionadas à regulamentação das atividades no DF.
A proposta é ampliar a participação dos trabalhadores nas discussões sobre normas que afetam diretamente o funcionamento de feiras e quiosques, considerados importantes espaços de comércio, geração de renda e prestação de serviços à população.
Durante conversa com representantes do setor, Gustavo Rocha sinalizou que pretende ouvir as demandas dos profissionais e buscar soluções construídas em conjunto com as categorias.
Participação nas decisões
Um dos pontos abordados foi a necessidade de consultar os trabalhadores antes da adoção de medidas que possam alterar as condições de funcionamento de seus estabelecimentos.
O compromisso apresentado por Gustavo Rocha envolve a abertura de espaço para discussão sobre a regulamentação e a aplicação das normas relacionadas às atividades comerciais.
A proposta, entretanto, ainda depende de encaminhamentos concretos e da definição dos instrumentos que poderão garantir a participação das categorias nas decisões.
Importância econômica e social
Feiras e quiosques fazem parte da rotina de diferentes regiões administrativas do Distrito Federal. Além de oferecer produtos e serviços à população, esses espaços representam fonte de renda para comerciantes, trabalhadores e suas famílias.
Questões relacionadas à regularização, às condições de funcionamento e à segurança jurídica dos profissionais estão entre os temas que mobilizam representantes dessas atividades.
Nesse contexto, o diálogo com o poder público pode contribuir para identificar dificuldades e avaliar alternativas que conciliem as necessidades dos trabalhadores com as exigências legais.
Próximos passos
A manifestação de Gustavo Rocha representa um compromisso político de diálogo com o setor, mas não equivale à aprovação de mudanças na legislação ou à definição de novas regras.
Eventuais alterações dependerão de propostas específicas, análise jurídica e, quando necessário, tramitação nas instâncias competentes.
A expectativa dos representantes das categorias é que as demandas apresentadas sejam consideradas nas futuras discussões sobre o funcionamento de feiras e quiosques no Distrito Federal.
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