Suspeito conheceu vítima por aplicativo de relacionamento e teria enviado ameaças de morte e ofensas racistas após ela interromper o contato
Um homem investigado por ameaçar de morte, ofender racialmente e tentar extorquir uma mulher foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) nesta segunda-feira (19), no Paranoá. Segundo as investigações, ele teria exigido R$ 500 por PIX para deixar de importunar a vítima, além de ameaçar a mãe dela.
O caso é investigado pela 2ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. O suspeito, que estava em liberdade provisória, também é alvo de outras 27 ocorrências policiais envolvendo condutas semelhantes.
Contato começou em aplicativo de relacionamento
De acordo com as informações da investigação, a vítima conheceu o homem por meio de um aplicativo de relacionamento. As conversas continuaram pelo WhatsApp, mas a situação mudou depois que ela decidiu interromper o contato.
A partir desse momento, a mulher passou a receber mensagens com ameaças de morte e ofensas racistas, enviadas de diferentes números de telefone que seriam utilizados pelo investigado.
Ele também teria acompanhado as publicações da vítima nas redes sociais, mesmo depois de ela encerrar a comunicação.
Suspeito teria exigido dinheiro para interromper ameaças
Segundo o relato apresentado à polícia, o homem exigiu uma transferência de R$ 500 por PIX para deixar de ameaçar a mulher.
A mãe da vítima também teria sido alvo de ameaças caso o pagamento não fosse realizado.
Durante a apuração, os investigadores reuniram informações sobre os números de telefone usados nas mensagens e os contatos mantidos com a vítima.
Outras 27 ocorrências estão sob investigação
A Polícia Civil identificou outras 27 ocorrências envolvendo o mesmo suspeito e relatos de práticas semelhantes.
Nesses casos, o investigado também teria conhecido mulheres pelas redes sociais e, posteriormente, passado a ameaçá-las e exigir dinheiro.
Após o trabalho investigativo, o homem foi localizado e preso em sua residência, no Paranoá.
As suspeitas ainda dependem de apuração e eventual responsabilização judicial. A existência de ocorrências policiais não significa que o investigado tenha sido condenado pelos fatos relatados.
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