O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na quarta-feira (2), o registro de seis chapas de candidatos à Presidência da República para as eleições de outubro. A decisão foi unânime entre os ministros da Corte.
Os registros aceitos incluem:
– Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB); – Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL); – Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU); – Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB); – Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo); – Samara Martins e Raquel Brício (UP).
Durante uma sessão virtual, os sete ministros do TSE confirmaram que todos os candidatos apresentaram a documentação necessária e estão aptos a disputar o pleito. O tribunal recebeu um total de 13 pedidos de registros, e ainda falta deliberar sobre sete candidaturas:
– Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante); – Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC); – Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB); – Renan Santos e Coronel Medina (Missão); – Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD); – Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO); – Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata).
- Toffoli autoriza propaganda digital do candidato à presidência Grassi
- PGR solicita arquivamento de depoimento de Vorcaro sobre ameaças
- Senado adia votação da PEC que extingue a escala 6×1 devido à obstrução da oposição
- Candidatos à presidência têm agendas variadas na quarta-feira (2)
- Aquecimento global acima de 1,5°C traz riscos para saúde e economia
Destaca-se que o TSE determinou a proibição temporária de Pablo Marçal de realizar campanha eleitoral, participar de debates e do horário eleitoral no rádio e na TV. O pedido de liminar foi feito pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que alegou que Marçal está inelegível até 2032 devido a uma condenação por prática irregular nas eleições municipais de 2024.
As eleições ocorrerão com o primeiro turno no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno está previsto para o dia 25, caso nenhum candidato obtenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluindo brancos e nulos.
