A coleta de DNA de familiares de desaparecidos torna possível o cruzamento com perfis genéticos de pessoas encontradas vivas e falecidas com identidade desconhecida nos bancos estaduais, distrital e nacional.
Os familiares interessados em participar devem apresentar um documento de identificação e as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento (número, estado de registro, delegacia).
De acordo com o governo, a campanha é “uma ferramenta a mais para localização de pessoas desaparecidas, e uma chance para famílias que ainda não tenham doado o seu material genético”, explicou o Ministério da Justiça em nota.
A coleta é gratuita e indolor. O ministério ressalta que, preferencialmente, devem comparecer aos pontos de coleta familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, tais como pai, mãe, irmãos ou filhos.
A coordenação da campanha explica que, caso ocorra resultado positivo da comparação do perfil genético, a instituição responsável entrará em contato com o familiar doador.
- TSE agenda para quinta-feira julgamento que pode influenciar eleição no Rio
- OEA elogia eleições no Brasil, mas expressa preocupação com desinformação
- OAB-RJ solicita agilidade do TSE em relação às eleições no estado
- Flávio busca apoio de Caiado enquanto Lula defende o fim da decisão 6×1
- Previsão de superávit comercial para 2026 é reduzida para US$ 84,4 bilhões
Fonte: Agência Brasil
