A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prendeu, na manhã desta sexta-feira (26), um homem de 41 anos condenado a 16 anos de prisão e que estava foragido do sistema prisional. O detido é um dos envolvidos no homicídio que ficou conhecido como o caso do “Vampiro do Itapoã”, que ganhou repercussão no Distrito Federal após os autores ingerirem o sangue da vítima depois do crime.
A prisão ocorreu na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto após o sistema de videomonitoramento com reconhecimento facial identificar a presença de um foragido da Justiça e emitir um alerta em tempo real para a equipe da Base Móvel da PMDF.
Segundo a corporação, como o sistema não disponibilizava fotografia do procurado, os policiais recorreram a pesquisas em fontes abertas para confirmar suas características físicas. Reportagens sobre o caso do “Vampiro do Itapoã” auxiliaram na identificação visual do condenado e permitiram que as buscas fossem direcionadas com mais rapidez.
As equipes realizaram patrulhamento a pé e motorizado nas dependências da rodoviária e localizaram o homem no mezanino enquanto ele recarregava um aparelho celular.
Durante a abordagem, o foragido tentou dificultar a identificação informando o nome do irmão e alegando não saber dados básicos, como CPF, data de nascimento e número de telefone. No entanto, durante a revista, os policiais encontraram um documento de identidade original entre seus pertences, confirmando sua verdadeira identidade.
- Suspeito é preso após invadir condomínio e furtar residência no Lago Norte
- A 7 dias da eleição, IGAPE mostra Celina com 43,9% e Grass com 17,3% para o Governo do DF
- Carro pega fogo em frente ao Life Resort, no DF; bombeiros controlam as chamas
- Rodoviários do DF confirmam greve de ônibus a partir desta segunda-feira (28)
- Suspeitos abandonam carro com notebooks, dólares e objetos de furto e fogem para mata no Paranoá
Confrontado com as evidências, o homem admitiu que mentiu por medo de voltar ao sistema prisional e confessou que havia fugido da unidade onde cumpria pena.
Após consulta aos sistemas de segurança pública, foi confirmado um mandado de prisão em aberto referente à condenação definitiva de 16 anos de reclusão, expedida pelo Tribunal do Júri do Paranoá.
O homem foi conduzido, sem lesões, à 5ª Delegacia de Polícia, onde foi formalizado o cumprimento do mandado de prisão.
