Uma operação do Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC) de Luziânia, com apoio da Polícia Técnico-Científica, resultou na prisão em flagrante de um comerciante de 43 anos, dono de uma casa de carnes no Jardim Ingá. O empresário é investigado por receptação qualificada e por crime contra as relações de consumo, após a descoberta de que vendia carne imprópria e de origem ilícita no estabelecimento.
A investigação começou depois que uma empresa denunciou o furto de uma carga de carne bovina, parte da qual foi localizada no açougue, sem nota fiscal. No local, os policiais encontraram condições alarmantes de higiene: carnes no chão da câmara fria, equipamentos enferrujados e risco de queda das carcaças. Além disso, o estabelecimento estava sem alvará desde janeiro de 2025 e praticava preços bem abaixo do mercado, reforçando os indícios de receptação e concorrência desleal. O prejuízo estimado para a empresa vítima do furto é de R$ 150 mil.
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